Dando continuidade ao post anterior, começamos com a recente campanha publciitária da grife italiana Relish que causou polêmica na mídia internacional, principalmente o Rio de Janeiro.
Até agora não entendi conceito da campanha, porém fica claro que se trata de uma abordagem da polícia militar do Rio de Janeiro à mulheres. Não entra nesse caso o machismo como opinião. Até porque o público-alvo, a princípio seriam jovens italianas com poder de compra consideravelmente alto para os padrões brasileiros.
Não tinha lido a matéria toda que saiu nesta segunda-feira no Globo online, mas é nítida a exploração da violência sexual e à mulher. Gostaria de saber da opinião do próprio fotógrafo Oliviero Toscani, este que eu admiro muito pelas fotos que trazem à tona questões contemporâneas da sociedade mundial, que mensagem se deseja passar que não seja a violência. Creio que não há um interesse de despertar um fetiche nas jovens italianas de serem agredidas por policiais, especialmente os do Rio de Janeiro, que ultimamente tem um problema de imagem na sociedade bastante crítico.


Entrei no site da grife e logo de cara me deparei com um comunicado da empresa sobre essa polêmica. Nele diz que não houve intenção de tornar a mulher um mero objeto sexual, muito menos incitar a violência contra as mesmas. No entanto, segundo o DIA ONLINE, a sociedade italiana manifestou contra a campanha levando a Prefeita de Nápoles Rosa Iervolino a ordenar a retirada dos anúncios de 6m X 3m espalhados pela cidade, onde a empresa tem sua matriz.


Axei muito realista por que mostra o q a popualação do rio ja sabe,a pm só é valente contra mulheres crianças velhos e cidadaos desarmados,ja contra os marginais q estão nos morros armados os resultados são muito poucos,sem falar q quando eles prendem rola um arrego e eles soltam,naum passam de covardes.PARABENS RELISH
SENHOR CARLOS,ACHEI SUAS PALAVRAS INOPORTUNAS E PRECONCEITUOSAS.O SENHOR DEVIA REVER OS SEUS CONCEITOS.TER UMA OPINIÃO PESSOAL NÃO NOS DÁ O DIREITO DE OFENDER A QUALQUER UM.PENSE NISSO