Em tempos de crise, o que mais se ouve falar é em corte de gastos, desaceleração da economia, retração do mercado e o que mais deixa a sociedade temerosa: o desemprego. Realmente o cenário é bastante turbulento, são inúmeras especulações que tiram qualquer controle possível do mercado de ações em escala global.
No âmbito interno das empresas, acredito que em algumas delas, o fantasma do desemprego assombra todas as áreas. E as áreas que não tem um status estratégico elevado, ou até mesmo significativo para os altos níveis executivos, o problema é ainda maior. No Brasil, a área de comunicação tem adquirido um status estratégico. Elas têm sido vistas como um importante fator na aquisição de negócios, na consolidação de uma política de relações públicas com os stakeholders e um importante aliado para a tomada de decisões e alinhamento entre os interesses da Organização com os seus funcionários.
Portanto, é de suma importância não só a comunicação se mostrar pró-ativa, mas também a Presidência e os altos níveis executivos enxergarem na comunicação a sua importância, inclusive em momentos de crise econômica.
Tenho lido bastante sobre o papel a comunicação como fator estratégico nas organizações e vi que nas empresas onde não é levado em consideração este fator, é necessário a comunicação tomar alguams medidas para não ficar numa posição de muito destaque na empresa, pois qualquer movimento em falso, ela será a primeira a sofrer represálias. E também não há como ficar na sua toca, pois se os gerentes já enxergam a área como apenas aquela que faz o jornal mural, eles não pensaram duas vezes em cortar os custos e reduzir os processos em andamento.


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